O Desafio de Construir Marcas On-line. (parte 2)

Como eu havia falado no último post as grandes marcas da WEB (Google, eBay e Amazon) conseguiram aproveitar do grande dilema da participação do consumidor para se desenvolverem, utilizando as plataformas abertas (API’s - Interface de Programação de Aplicativos) para facilitar essa participação, elas permitem que seus clientes modifiquem livremente seus produtos e serviços, atraindo comunidades de programadores em torno de suas marcas e expandindo a capacidade produtiva de suas empresas sem ter de expandir infinitamente seus custos fixos.
Preferindo correr o risco de canibalizar seu modelo de negócios e perder o controle da sua plataforma a lutar com seus usuários e manchar sua reputação essas empresas conseguiram aproveitar uma valiosa fonte de inovação em potencial.

No livro “A Cauda Longa” Chris Anderson cita o autor Doc Searls que chama esse fenômeno de mudança do consumismo para o “producismo” participativo:
“A “economia do consumo” é um sistema controlado pelos produtores, no qual os consumidores não são nada mais do que fontes de energia que metabolizam produtos em dinheiro. Esse é o resultado absolutamente corrompido do poder absoluto dos produtores sobre os consumidores, desde que os produtores ganharam a Revolução Industrial “.

No livro “Wikinomics” os autores definem essa nova web como “uma tela compartilhada em que cada borrão de tinta feito por um usuário fornece uma imagem mais rica, que poderá ser modificada ou desenvolvida pelo próximo usuário”, um lugar onde as pessoas criam, compartilham e se socializam.

Com a democratização das ferramentas de produção (câmeras digitais, softwares de edição, blogs) o consumidor tem a faca e o queijo na mão. Nos resta apenas dar espaço a eles ou perder espaço dentro do mercado.

Uma resposta para “ O Desafio de Construir Marcas On-line. (parte 2) ”

  1. Zézim disse:

    E aquela animação firmeza heim??
    trabaia carai!!
    abs

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